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Diretor do DNPM no Amazonas critica falta de exploração de jazidas no estado
Publicado em: 31/05/2006 01:24:00
Durante o lançamento do mapa geológico do estado do Amazonas, o chefe regional do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Fernando Burgos, criticou a ausência de exploração das jazidas de silvinita, caulim e nióbio no estado, que concentra as maiores reservas conhecidas dos três minerais no país.
A silvinita, descoberta pela Petrobras no estado há duas décadas, em área próxima à cidade de Nova Olinda do Norte, está abandonada, com a única mina produtora no país atualmente sendo a de Taquari-Vassouras (SE), explorada pela Companhia Vale do Rio Doce. O Brasil importa cerca de 90% do cloreto de potássio, extraído da silvinita, de países como o Canadá. Apenas este ano a Petrobras abriu concorrência para exploração das jazidas de silvinita amazonenses.
Burgos afirmou que as jazidas de caulim devem passar pelo mesmo processo futuramente. Localizadas ao longo da BR-174, que liga Manaus a Boa Vista, do caulim extraem-se compostos utilizados na produção de papel e de tintas. Sobre o nióbio, empregado na fabricação de condutores, o principal entrave para a exploração econômica é a localização: com as reservas no Alto Rio Negro, em território indígena, a mineração do elemento é prevista pela Constituição Federal de 1988, mas carece de regulamentação para seguir em frente.
De acordo com o diretor do DNPM, existem 1.468 requerimentos de pesquisa mineral em terras indígenas, só no Amazonas, registrados desde 1982 - ou seja, o Brasil continua a perder tempo e dinheiro com burocracia...
Autor:
Pedro Jacobi -
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