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CVRD 2: investimentos, entraves e financiamento fazem parte da pauta



Publicado em: 16/10/2007 16:54:00

Depois de anunciar, na semana passada, investimentos da ordem de US$ 59 bilhões para o próximo qüinqüênio - US$ 11 bilhões apenas para 2008 - a Companhia Vale do Rio Doce listou uma série de entraves a serem enfrentados pela empresa e resolvidos. Dentre eles, o presidente da empresa, Roger Agnelli, nominou a falta de equipamentos, a demora no licenciamento ambiental e a carência de mão-de-obra especializada; para o executivo, os US$ 59 bilhões foram um teto que "não foi determinado pela falta de fôlego financeiro".

Ele cita questões físicas para o limite dos investimentos, e ressaltou os objetivos da companhia, onde figuram pontos como a ampliação da liderança mundial entre os produtores de minério de ferro - com estimativa de elevação da produção de 300 milhões de toneladas este ano para 422 milhões de toneladas em 2012 - e o fortalecimento da liderança no mercado de níquel, com avanço de 260 mil toneladas previstas em 2007 para 507 mil toneladas dentro de cinco anos.

Agnelli afirmou que, a princípio, o fluxo de caixa da companhia será suficiente para arcar com a previsão de investimentos, embora não descarte de todo a utilização de outras fontes de financiamento com agências multilaterais de financiamento de China, Japão, Alemanha, Canadá e até mesmo o BNDES. "Não é necessário, mas entendemos que ter financiamento desses organismos internacionais é importante para a Vale", disse.

Para os economistas de plantão, o diretor financeiro da CVRD, Fábio Barbosa, disse que a relação dívida/lajida (medida de resultado operacional) vem caindo desde a aquisição da canadense Inco, há um ano: de um endividamento equivalente a duas vezes o fluxo de caixa no ano passado, é agora 1,3 vez maior que o Lajida atualmente, e com um bom perfil: em média, a dívida da Vale tem vencimento em dez anos e custo inferior a 7% ao ano.

Voltando a Agnelli, o presidente da empresa ainda assumiu o compromisso de uma forte redução de custos à medida que os investimentos forem feitos; segundo ele, a companhia visa retornar ao patamar de custos de 2004, graças à aposta em maior automação e aos recursos aportados no desenvolvimento de minas já existentes.


Autor:   Pedro Jacobi - O Portal do Geólogo


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