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Amazonas supera o Nilo como rio mais longo



Publicado em: 05/06/2007 08:23:00

Um dos segredos mais bem guardados da floresta amazônica, a verdadeira nascente do rio Amazonas, pode ter sido elucidado: cientistas do Peru e do Brasil disseram na sexta-feira que a nascente do Amazonas está a cerca de 5.000 metros sobre o nível do mar, nos Andes do sudeste peruano, o que confirmaria que é o rio mais longo do mundo, superando por 91 quilômetros o Nilo.

Segundo o expedicionário e diretor de Cartografia do Instituto Geográfico Nacional do Peru, Ciro Sierra, uma expedição de dez dias realizada por cientistas peruanos e brasileiros fez medições cartográficas, hidrológicas e geodésicas nas altitudes da província de Chivay, região de Arequipa, mais de mil quilômetros a sudeste de Lima. A intenção era de confirmar dados de um estudo peruano de 1989 segundo o qual o Amazonas mediria 6.762 quilômetros, ante 6.671 do Nilo.

Ao final da expedição, os cientistas chegaram ao topo do monte Mismi, acima de 5.000 metros de altitude, e percorreram as "quebradas" (vales profundos) de Carhuasanta e Apacheta, nas encostas dessa montanha. Lá chegando, colocaram quatro marcos geodésicos equipados com receptores GPS que servirão para traçar a cartografia da zona, além de ter-se medido o nível das águas que sulcam os vales.

De acordo com o peruano, a comprovação total a respeito da nascente do rio exigirá pelo menos três expedições mais, a próxima delas em setembro, a fim de obter "suficiente fundamento e sustentação técnica, de tal forma que não seja rebatido." A nascente do Amazonas vive intrigando geólogos, geógrafos e outros cientistas: em 1996, uma expedição privada de cientistas italianos, poloneses, russos e peruanos percorreu a sub-bacia hidrográfica de Arequipa (sul do Peru) e também disse ter encontrado a nascente do rio na "quebrada" de Apacheta. Um ano antes, um cientista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), estimou a extensão do Amazonas em mais de 7.000 quilômetros, com base em imagens de satélite que localizavam a nascente no extinto vulcão Quechicha, no Peru, a 300 quilômetros do Pacífico.


Autor:   Pedro Jacobi - O Portal do Geólogo


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