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América do Norte vai mudar o panorama do petróleo mundial
Publicado em: 15/05/2013 17:00:00
A dependência crônica da maior potência mundial, os EUA, já é parte da história. A partir de agora os países árabes e outros como a Venezuela terão que vender seu petróleo à Europa pois a América do Norte passará de importadora a exportadora, competindo a cada dia mais, com os grandes produtores.
Trata-se de uma revolução que irá afetar completamente o mapa do petróleo mundial.
No futuro imediato veremos um mundo cheio de oferta de petróleo onde os preços serão bem mais baixos do que hoje a ponto de afetar desfavoravelmente os campos de sand oil do Canadá e outros depósitos de custo mais elevado. Por outro lado as tecnologias que usam os derivados de petróleo florescerão mais ainda.
O principal motivo desta revolução será a produção do óleo dos EUA, o mesmo país que criou o mercado de petróleo mundial a mais de um século atrás.
A produção de óleo dos Estados Unidos, alavancada pelo óleo extraído dos folhelhos por fracking atingiu a marca de 7.4 milhões de barris ao dia neste mês de maio. Esse número é 50% maior do que o de 2008 que girava em torno de 5 milhões de barris por dia, e o maior desde 1992. O acréscimo de 50% é quase todo derivado do óleo produzido em folhelhos, ou xistos como muitos erroneamente insistem em chamar.
A produção interna atingirá quase 10 milhões de barris equivalentes em 2018.
Com a produção de petróleo crescendo, também, em países como o Canada, Brasil e alguns países africanos o círculo de produção estará configurado e um cenário de oferta maior que a demanda estabelecido.
(veja
mais sobre o assunto)
Autor:
Pedro Jacobi -
O Portal
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