05/04/2025 06:17:43
Terremotos: o que está ocorrendo com a nossa Terra?
Publicado em: 14/06/2010
Por Pedro
Jacobi
Nos últimos dias venho recebendo vários questionamentos de nossos usuários sobre
os terremotos que parecem estar se intensificando. Muitos estão preocupados com
o fato e querem saber se realmente existe uma maior incidência de terremotos e
se o Brasil está, de alguma forma, em risco. Outros vão mais longe e querem
saber se isso não é um presságio do fim do mundo...
O motivo do medo generalizado decorre do assustador terremoto de magnitude 8.4
na escala Richter, que ocorreu no dia 16 de setembro no Chile que para muitos é um sinal de que os sismos estão se intensificando.
Some-se a estes eventos as notícias de tsunamis, vulcões, aquecimento global
e até mesmo dos pequenos sismos Brasileiros registrados recentemente no Nordeste
e está configurado, para alguns, o cenário do fim do mundo.
A resposta que eu tenho, como
um geólogo e estudioso do assunto é que terremotos são muito mais comuns do que
a maioria das pessoas acredita e que estes acontecimentos náo caracterizam este
cenário do Armagedon.
Veja os pontos abaixo e tire suas próprias conclusões:
A cada ano existem milhões de
terremotos, de várias proporções, que afetam o nosso Planeta. A Terra é muito
dinâmica e os movimentos ininterruptos das grandes placas tectônicas são os
grandes causadores destes sismos.
Milhares de terremotos são
contabilizados todos os dias, mas a maioria não são sentidos pelas pessoas
(somente os acima de 2.0 são percebidos). No momento que escrevo este artigo um
terremoto de 6.6 ocorreu a 80km da cidade de Fukushima na porção central do
Japão. Não houve perdas humanas.
Sismos de grandes proporções, acima de 6.0, são mais raros, e quando próximos a
cidades populosas, causam desastres, mortes e destruição.
Como a maioria da superfície terrestre é coberta por águas, gelo e por áreas
despovoadas o número de sismos com perdas de vidas humanas é, relativamente,
pequeno quando comparado ao número total de terremotos.
O que causa as grandes tragédias é a combinação dos seguintes fatos:
-
Magnitude do
terremoto, medida na escala Richter. Trata-se de uma escala
logarítmica: a cada ponto existe um multiplicador de 10. Ou seja: um
terremoto de 8.0 é dez vezes mais forte do que um de 7.0.
-
Tipo de rocha
afetada pelo terremoto. A devastação causada por um terremoto tem
grande correlação com o tipo de rocha onde os prédios foram construídos. Se
a rocha for sólida a tendência é de um menor número de problemas. Já no caso
de construções sobre areias inconsolidadas, sedimentos aluvionares e
deltaicos como foi o caso das áreas mais afetadas no terremoto de 1906 de S.
Francisco (7.8), os efeitos são devastadores. Nestes casos é comum a
liquefação do solo. Trata-se de um fenômeno onde os tremores induzem o solo
rico em areias e água a se comportar como um líquido o que causa o
afundamento dos prédios, pontes, viadutos, estradas etc... causando um
grande número de mortes e prejuízos materiais.
-
Proximidade e
profundidade do epicentro. A proximidade do epicentro de um
terremoto das zonas urbanas é um dos principais motivos de destruição. O
terremoto do Haiti, de 7.0, teve o seu epicentro a poucos quilômetros da
Capital Port-au-Prince o que causou as grandes perdas de vidas, ao contrário
do Chile onde o epicentro era profundo e localizado mais de 300km de
Santiago.
-
Tipos de ondas de
propagação: as ondas mais destrutivas de um terremoto são as
denominadas ondas superficiais que trafegam na superfície e são
relativamente mais lentas. Devido a sua baixa frequência essas ondas tem
longa duração e maior amplitude causando as maiores destruições , danos e
mortes. Ondas superficiais são análogas as ondas da água. A propagação das
ondas sísmicas varia com a densidade das rochas afetadas sendo elevada no
manto (>13Km/s) e menores na crosta, onde variam entre 3 a 8km/s. É por
intermédio de cálculos baseados na velocidade de propagação destas ondas que
são calculadas as distâncias e profundidades dos epicentros.
-
Qualidade das
construções afetadas: um dos pontos de maior influência no número
de vítimas é o que se refere à qualidade das construções atingidas pelo
terremoto. Observa-se que os terremotos que afetam o interior de países
pobres como a China são, sempre, os mais devastadores. Esta devastação se
relaciona, principalmente, a baixa qualidade das construções afetadas. A
medida que novas normas de construção foram criadas nos países mais afetados
por terremotos o número de mortes diminuiu consideravelmente. O Japão, após
o sismo de Kobe, é o que mais leva a sério o assunto investindo enormes
somas tanto na construção de novos prédios e obras de engenharia como nos
planos e estratégias de resgate e salvamento de vítimas em áreas atingidas.
O terremoto com o maior número de vítimas ocorreu na China em Shaanxi em 23 de
janeiro de 1556. O número de mortos deve ter superado o milhão. Foram
contabilizadas 830.000 mortes e a destruição atingiu mais de 400km. Apesar da
gigantesca proporção o USGS calcula que o sismo teve uma magnitude entre 8 e 9
na escala Richter. A incidência de ondas superficiais sobre construções antigas
e despreparadas para enfrentar um terremoto desta magnitude foi o fator
determinante na tragédia.
Já o terremoto de maior
magnitude medida, ocorreu em 22 de maio de 1960 no Chile próximo a Valdívia a
sul de Santiago, não muito distante deste terremoto de 27 de fevereiro. O
terremoto de Valdívia teve sua magnitude medida em 9.5 na escala Richter e
ocasionou a morte de mais de 6.000 pessoas, um número baixo se comparado à
magnitude. O tsunami gerado na costa do Chile atravessou o oceano matando no
Hawaii e no Japão a dezenas de milhares de quilômetros.
A influência das forças gravitacionais da Lua e do Sol em terremotos:
Um ponto que me parece nunca ter sido adequadamente discutido, na literatura
técnica , é a correlação entre terremotos e o efeito gravitacional da Lua e do
Sol sobre a Terra. Todos sabemos que a conjunção Lua-Sol tem enormes influências
gravitacionais no nosso planeta causando marés de grandes proporções e, as menos
conhecidas marés terrestres.
Por incrível que pareça a crosta terrestre, assim como os oceanos, também é
afetada pela força gravitacional da lua em conjunção com o Sol: a isso se chama
maré terrestre. No equador a crosta pode ser deslocada 55cm pela influência
gravitacional da Lua e Sol.
Trata-se de uma força
significativa que, no nosso entender, deve facilitar a ruptura de falhas ativas
que causam os terremotos.
A força gravitacional causada pela massa do Sol e da Lua é enorme, elevando o
nível dos mares a mais de 15 metros em certas regiões, como em Burntcoat Head no
Canadá, durante a Lua nova, cheia e nos equinócios (Março e Setembro) quando o
Sol cruza o plano equatorial terrestre.
Não podemos desprezar
a imensa atração gravitacional no fenômeno dos terremotos.
No meu entender sempre me pareceu lógico que existisse uma correlação direta
entre terremotos e a força gravitacional destes astros.
Desta forma, na tabela abaixo, é possível ver os 109 terremotos mais destrutivos
desde 1900, juntamente com dados importantes como a localização, magnitude,
número de mortes e, novidade,
a fase da lua quando o terremoto ocorreu.
Surpresa!!
Este estudo preliminar que fiz mostra que a grande maioria dos terremotos
ocorreram durante o equinócio (Março e Setembro) quando a Lua era Nova (35%)
ou Cheia (29%). Os números mostram que 64% dos
100 terremotos mais mortais desde 1900 estão
relacionados a Luas nova e cheia. Trata-se de um número matematicamente
significativo que corrobora a influência gravitacional como um fator importante
na previsão dos terremotos.
O mês de março, onde ocorre o equinócio e as maiores marés, é o que teve o
maior número de grandes terremotos, 15, sendo que o dia 28 de março teve 3
grandes terremotos com vítimas.
Coincidência?
Acredito que não. Trata-se de
uma """"ajuda extra"""" causada pela atração gravitacional sobre a crosta
facilitando o movimento das falhas e dos terremotos. Quando uma falha está
próxima do rompimento a atração gravitacional criada por uma importante
conjunção astral é o ""catalizador"" que faltava para que o terremoto venha a
ocorrer. Como sabemos pelas leis da física é necessário uma grande energia para
tirar um corpo do repouso. Mas, depois que esse corpo está em movimento a
energia necessária para mantê-lo em movimento é muitas vezes menor.
Os terremotos vão continuar a existir enquanto houver
placas tectônicas em movimento ou, em outras palavras, enquanto houver um
gradiente de temperatura na Terra. Ou seja...por muito, muito tempo.
Quando a Terra for um planeta morto, gelado, com a
superfície completamente aplainada pela erosão, somente então os terremotos
deixarão de existir.
Data |
Fase da Lua |
Lugar |
Mortes |
Magnitude |
28/12/1908 |
0 |
Messina & Reggio Calabria, Italy |
70 |
7.2 |
26/12/2004 |
cheia |
Sumatra,
Indonesia |
230.210 |
8.9 |
26/12/1939 |
cheia |
Erzincan, Turkey |
327 |
7.8 |
25/12/1932 |
nova |
Gansu, China |
70 |
7.6 |
20/12/1942 |
cheia |
Erbaa, Tokat, Turkey |
3.000 |
7,0 |
16/12/1920 |
0 |
Ningxia-Gansu, China |
200 |
8.6 |
13/12/1982 |
nova |
Dhamar, North Yemen |
2.000 |
6,0 |
12/12/1946 |
0 |
Kinki-Shikoku Japan |
133 |
8.1 |
07/12/1944 |
0 |
Kinki Japan |
1.223 |
8.1 |
26/11/1943 |
nova |
Ladik, Samsun, Turkey |
4.000 |
7.4 |
24/11/1976 |
nova |
Muradiye, Van, Turkey |
3.840 |
7.5 |
23/11/1980 |
cheia |
Irpinia, Southern Italy |
2.735 |
6.8 |
12/11/1999 |
nova |
Düzce, Turkey |
894 |
7.2 |
10/11/1922 |
0 |
Atacama Region, Chile |
100 |
8.5 |
30/10/1983 |
0 |
Erzurum, Turkey |
1.155 |
6.9 |
28/10/2008 |
nova |
Pakistan |
215 |
6.4 |
11/10/1918 |
0 |
Puerto Rico, USA |
116 |
7.5 |
08/10/2005 |
0 |
Kashmir, Pakistan |
79 |
7.6 |
05/10/2008 |
0 |
Eastern Kyrgyzstan |
75 |
6.6 |
04/10/1914 |
nova |
Burdur, Turkey |
300 |
6.9 |
01/10/1995 |
0 |
Dinar, Afyon, Turkey |
90 |
6.1 |
30/09/2009 |
0 |
Sumatra,
Indonesia |
1.115 |
7.6 |
29/09/1993 |
0 |
Latur-Killari, India |
9.748 |
6.2 |
29/09/2009 |
0 |
Samoa Islands |
189 |
8.1 |
19/09/1985 |
nova |
Michoacán, Mexico |
95 |
8.0 |
08/09/1905 |
cheia |
Calabria, Italy |
5.000 |
7.9 |
06/09/1975 |
nova |
Lice, Diyarbakır, Turkey |
2.385 |
6.6 |
02/09/1992 |
0 |
Nicaragua |
116 |
7.7 |
02/09/2009 |
cheia |
Java, Indonesia |
79 |
7.0 |
01/09/1923 |
0 |
Great
Kantō |
143 |
7.9 |
31/08/1970 |
nova |
Iran |
12.001 |
7.4 |
19/08/1966 |
nova |
Varto, Muş, Turkey |
2.396 |
6.7 |
17/08/1999 |
0 |
İzmit, Turkey |
17.118 |
7.6 |
17/08/1949 |
0 |
Karlıova, Bingöl, Turkey |
450 |
6.8 |
15/08/1950 |
nova |
Assam-Tibet |
1.526 |
8.6 |
15/08/2007 |
nova |
Chincha
Alta, Peru |
519 |
8,0 |
09/08/1912 |
nova |
Mürefte Tekirdağ, Turkey |
216 |
7.3 |
08/08/1953 |
nova |
Kefalonia, Greece |
476 |
7.2 |
04/08/1946 |
0 |
Dominican Republic |
100 |
8.0 |
29/07/1967 |
0 |
Caracas, Venezuela |
236 |
6.5 |
27/07/1976 |
nova |
Tangshan, China |
242.419 |
7.6 |
26/07/1963 |
0 |
Skopje, Republic of Macedonia |
1.100 |
6.1 |
22/07/1967 |
cheia |
Mudurnu, Adapazarı, Turkey |
89 |
7.2 |
17/07/1998 |
0 |
New Guinea, Papua New Guinea |
2.183 |
7,0 |
17/07/2006 |
0 |
Indonesia |
665 |
7.7 |
16/07/1990 |
cheia |
Philippines |
1.621 |
7.9 |
09/07/1997 |
nova |
Cariaco, Venezuela |
81 |
6.9 |
08/07/1971 |
cheia |
Illapel, Chile |
85 |
7.5 |
27/06/1998 |
nova |
Ceyhan, Adana, Turkey |
146 |
6.2 |
23/06/2001 |
nova |
Peru |
75 |
8.4 |
22/06/2002 |
cheia |
Qazvin Province, Iran |
261 |
6.5 |
20/06/1943 |
cheia |
Hendek, Adapazarı, Turkey |
336 |
6.6 |
31/05/1970 |
0 |
Peru |
66 |
7.9 |
27/05/2006 |
nova |
Java, Indonesia |
6.234 |
6.3 |
22/05/1971 |
nova |
Bingol, Turkey |
1.000 |
6.9 |
21/05/2003 |
0 |
Boumerdès, Algeria |
2.266 |
6.8 |
12/05/2008 |
0 |
Sichuan China |
69.197 |
7.9 |
06/05/1976 |
0 |
Friuli-Venezia Giulia, Italy |
989 |
6.4 |
01/05/2003 |
nova |
Bingöl, Turkey |
177 |
6.4 |
29/04/1903 |
nova |
Malazgirt, Muş, Turkey |
600 |
6.7 |
25/04/1957 |
nova |
Fethiye, Muğla, Turkey |
67 |
7.1 |
21/04/1935 |
0 |
Shinchiku-Taichū, Taiwan |
3.279 |
7.1 |
19/04/1938 |
cheia |
Kırşehir, Turkey |
160 |
6.6 |
15/04/1979 |
nova |
Herceg Novi, Dubrovnik, Montenegro,
Croatia |
136 |
7,0 |
06/04/2009 |
cheia |
Near L'Aquila, Abruzzo, Italy |
294 |
6.3 |
01/04/1946 |
nova |
Unimak Island, Alaska, USA |
165 |
7.3 |
31/03/1983 |
cheia |
Popayan, Cauca Department, Colombia |
197 |
5.5 |
28/03/2005 |
cheia |
Nias region, Indonesia |
1.303 |
8.6 |
28/03/1970 |
0 |
Gediz, Kütahya, Turkey |
1.086 |
7.2 |
28/03/1965 |
0 |
La Ligua, Chile |
280 |
7.4 |
25/03/2002 |
cheia |
Hindu Kush Region, Afghanistan |
150 |
7.4 |
18/03/1953 |
nova |
Yenice, Çanakkale, Turkey |
265 |
7.2 |
18/03/1964 |
cheia |
Prince William Sound, Alaska, USA |
125 |
9.2 |
11/03/1933 |
cheia |
Long Beach, California, USA |
115 |
6.4 |
07/03/1927 |
nova |
Kyoto Kinki
region, Japan |
302 |
7.6 |
06/03/1987 |
0 |
Napo Province, Ecuador |
1.000 |
6.9 |
06/03/2007 |
cheia |
Sumatra, Indonesia |
67 |
6.4 |
04/03/1977 |
cheia |
Bucharest, Romania |
1.500 |
7.5 |
03/03/1985 |
cheia |
Valparaiso, Chile |
177 |
7.8 |
02/03/1933 |
0 |
Iwate Tōhoku Japan |
299 |
8.4 |
27/02/2010 |
cheia |
Maule,
Chile |
796 |
8.8 |
24/02/2004 |
nova |
Gibraltar |
628 |
6.4 |
24/02/2003 |
0 |
Maralbexi Xinjiang,
China |
261 |
6.3 |
22/02/2005 |
cheia |
Zarand, Iran |
612 |
6.4 |
21/02/1963 |
nova |
Al Marj, Al Marj District, Libya |
300 |
5.6 |
13/02/2001 |
cheia |
El Salvador |
315 |
6.6 |
03/02/1931 |
cheia |
Napier, New Zealand |
258 |
7.9 |
01/02/1944 |
0 |
Gerede, Bolu, Turkey |
3.959 |
7.5 |
26/01/2001 |
nova |
Gujarat, India |
20.085 |
7.7 |
25/01/1999 |
0 |
Quindio And Risaralda, Colombia |
1.185 |
6.2 |
23/01/1981 |
cheia |
Sichuan, China |
150 |
6.8 |
17/01/1995 |
cheia |
Southern Hyōgo , Japan |
5.502 |
6.9 |
17/01/1994 |
0 |
Reseda, Los Angeles, California, USA |
72 |
6.7 |
15/01/1944 |
cheia |
San Juan, Argentina |
10.000 |
7.8 |
15/01/1934 |
nova |
Bihar, India |
107 |
8.1 |
14/01/1907 |
nova |
Kingston, Jamaica |
1.000 |
6.5 |
13/01/2001 |
cheia |
El Salvador |
944 |
7.7 |
04/01/1970 |
nova |
China |
15.000 |
7.7 |
02/01/2010 |
nova |
Haiti |
233 |
7,0 |
27/02/2010 |
cheia |
Chile |
507 |
8.8 |
12/01/2010 |
nova |
Haiti |
316.000 |
7.0 |
11/03/2011 |
0 |
Japão |
20.896 |
9.0 |
06/02/2012 |
cheia |
Filipinas |
113 |
6.7 |
24/09/2013 |
0 |
Paquistão |
825 |
7.7 |
01/04/2014 |
nova |
Chile |
7 |
8.2 |
07/07/2014 |
0 |
Mexico/Guatemala |
8 |
7.2 |
03/08/2014 |
0 |
China |
729 |
6.2 |
25/04/2015 |
0 |
Nepal |
9.000 |
7.8 |
13/05/2015 |
nova |
Nepal |
80 |
7.3 |
O último terremoto importante que atingiu a costa chilena no dia 16 de setembro, um sismo de 8.4 na Escala Richter, ocorreu em uma Lua Nova.
Já o terremoto de hoje, dia 27, que atingiu o Afeganistão e o Paquistão deixando centenas de mortos, ocorre, mais uma vez em uma lua cheia. O estudo inédito que fizemos mostra que 65% dos terremotos com fatalidades ocorreram em luas novas e cheias.
Com esses dados estatísticos não há como negar a influência da atração gravitacional da Lua e do Sol nos terremotos.
Autor:
Pedro Jacobi -
O Portal
do Geólogo

Caro
usuário do Portal do Geólogo
Se você gosta de descobertas
arqueológicas inéditas no meio da Amazônia vai gostar do livro
que estou lançando. É um não ficção sobre uma pesquisa real que
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auxílio da filtragem digital em imagens de satélites, descobri
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complexas e avançadas — as maiores obras de aquicultura da
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Neste livro
você se surpreenderá com essas construções monumentais,
grandiosas e únicas, feitas por aqueles que foram os primeiros
arquitetos e engenheiros do Brasil.
Trata-se de importante descoberta
arqueológica que vai valorizar um povo sem nome e sem história.
Um povo relegado a um plano inferior e menosprezado pela maioria
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